Volto ao livro La Cucina Dell’Amore e Della Passione do Sérgio Arno que sempre me salva e me alegra. Receitas muito fáceis e muito boas, são da época que os chefs eram anônimos e não costumavam servir conhecimento e segredos, por isso guardo admiração.

Leio o autógrafo dele gravado no distante 2008. “Espero que você continue usando sempre o livro”, escreveu. Cacei a assinatura em uma aula sobre risotos e levei a sério a dica. Aprendi muito. É uma aquisição recomendada.

Então economizo as palavras que gosto tanto de usar, poderia ser diferente, lembro de um grande jornalista, “eu gostaria de saber tocar um instrumento e me expressar pela música”. Infelizmente, como também não é o meu caso, sigo com a escrita.

Post mais curto porque sei de alguém curioso para ver a receita.

  • 4 peitos de pato
  • sal e pimenta-do-reino moída na hora
  • 50g de manteiga
  • 6 colheres (sopa) de óleo de milho
  • ½ copo de vinho branco seco
  • 2 colheres (sopa) de gengibre ralado
  • 3 colheres (sopa) de pimenta verde
  • casca de 1 mexerica cortada à juliana
  • suco de 5 mexericas
  • 1 cálice de Cointreau
  • 1 xícara (chá) de caldo de carne

Serve quatro pessoas.

Arroz selvagem pode ser um bom acompanhamento.

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