Enquanto Manu Buffara divulga seu trabalho e o Paraná, abrindo o circuito internacional de convidados do chef Maksut Askar, do restaurante Neolokal, em Istambul, uma honra para nós, entramos março com a Rosane Radecki, dos restaurantes Girassol e Alecrim, em Palmeira, e o almoço dos  “Porcadeiros”. Sucesso de público e crítica, quem perdeu fique atento porque a Rosane já está pensando no próximo. Deve ser em maio. O tema? Pães artesanais.

Agora já estamos com um pé no Gastronomix – a quermesse da alta gastronomia do chef Celso Freire –, que fecha o Festival de Teatro de Curitiba nos dias 7 e 8 de abril, no Museu Oscar Niemeyer. Ano passado, o evento estreou em Florianópolis e Foz do Iguaçu. Confira as atrações no link aqui.

Rosane Radecki, no centro, e o grupo de chefs e empresários que participou do evento em Palmeira, no restaurante Girassol

Mais uma chance

Ficou com vontade de provar a porchetta preparada pela Rosane e que foi servida na festa? Pode experimentá-la no restaurante Girassol, com a cerveja criada por ela em parceria com a Usina do Malte.

Acompanha a porchetta: polenta de milho crioulo, crocante de milho e salada de feijões. A receita italiana resgata muita história local, o que a Rosane tem feito há algum tempo e é um dos objetivos do projeto Gastronomia Paraná, da Paraná Turismo.

Uma “boa lembrança”

Com o prato, a chef faz uma homenagem a Colônia Cecília, fundada pelo anarquista Giovani Rossi, em Palmeira, em 1890, e oferece uma comida saborosa. Para lembrar e querer voltar, ficamos com o prato de cerâmica da Associação da Boa Lembrança. Reúna os amigos e vá para Palmeira, é um bom programa, com certeza.

Cerveja anarquista criada para acompanhar a porchetta

Quer saber mais sobre os “porcadeiros”, os tropeiros de porcos? Colo aqui o texto da abertura do site do escritor Arnoldo Monteiro Bach, que você pode visitar. “Levando varas de porcos pelos caminhos, enfrentando desafios para chegar ao destino, os porcadeiros colaboraram de forma decisiva para manter, durante décadas, a base da economia de muitas regiões Brasil adentro. O livro conta isto e também as histórias de famílias que viveram da atividade da suinocultura”.

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